Determinação e uma coleção de títulos

Um verdadeiro colecionador de títulos. Essa é a melhor definição para o cavaleiro paraequestre do BCC Sérgio Oliva. Campeão Mundial, oito vezes Campeão Brasileiro e com um currículo de dar inveja a maioria dos atletas de ponta, Sérgio segue uma rotina rígida de treinamentos. Sua determinação o levou a vários lugares do mundo e, mesmo com tantas conquistas, o desejo desse jovem atleta pela vitória continua grande. Recentemente, nos dias 22 a 25 de março, Sérgio levou o Campeonato Brasileiro de Adestramento Paraequestre. O evento foi realizado no Centro Hípico do Gama – DF. Ele foi campeão no estilo livre com música e por equipes.

Nesta edição do informativo BCC, conversamos com Sérgio Oliva e descobrimos quais são os próximos objetivos para 2018. Foi um bate papo agradável que você confere logo abaixo.

BCC – Como está sendo o ano de 2018 e quais os próximos desafios?

Sérgio Oliva – Já disputei o Brasileiro umas 15 vezes e fui campeão umas oito. Me sinto feliz com os resultados. Estou me preparando para a seletiva do Mundial, que ocorrerá na Bélgica, na cidade de Waregem. O Mundial será entre os dias 11 a 23 de setembro, na Carolina do Norte – USA. Meu sonho é ser campeão paralímpico. Isso é uma honra para poucos e desejo buscar essa glória. Mas de toda forma, a meta agora é buscar o bicampeonato mundial.

BCC – Como é sua rotina de treinos aqui no BCC?

Sérgio Oliva – Treino de terça a sexta-feira, de 8h às 9h15. Faço ainda academia, trabalho psicológico e fisioterapia para prevenção. No período da tarde, me dedico ao trabalho no Tribunal de Justiça do DF – TJDFT, onde sou servidor.

BCC – Qual o segredo de todo esse sucesso?

Sérgio Oliva – Minhas conquistas têm muitos responsáveis. Agradeço o apoio do BCC, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, aos patrocinadores Chevaux, Laboratórios Sabim, Loterias Caixa, o programa Bolsa Atleta (Ministério do Esporte) e, principalmente, à minha família, que sempre me apoia. Destaque para a minha mãe, companheira de todas as horas, e para a Marcela, minha treinadora e Diretora de Equitação Especial da Confederação Brasileira de Hipismo. Agradeço ainda ao Tribunal de Justiça, que me ajuda durante as competições me liberando.